Não é novidade nenhuma que sou apaixonada por gastronomia, tanto que resolvi mudar de ares (ou melhor de área) e minha paixão tem crescido a cada dia, e para nós que amamos cozinhar é sempre incrível e inspirador ver pessoas criativas e talentosas na cozinha, por isso esse post é uma indicação de filmes que achei bem legal pra se inspirar.

Aproveite esta deliciosa seleção com filmes sobre gastronomia que preparei para você se inspirar, correr para a cozinha e fazer aquela receita especial!

Um chef renomado bem criativo, carismático e bastante audaz nos pratos e na vida se vê podado no desejo de impressionar um famoso crítico da culinária. Tem um emprego chique e uma fama ótima. Você teria coragem de se desapegar disto para viver uma aventura?
Carl Casper pega sua coragem da culinária e aplica em sua vida iniciante uma apetitosa aventura com sua família. Embarcados em um trailer começa uma nova vida de muito sucesso com muita simplicidade e liberdade.

Um rato chamado Remy vive em Paris e sonha em se tornar um chef de cozinha. Ratatouille degusta apetitosas teorias do que é cozinhar, sendo comparado culinária com magia. Ser colocado no ponto de vista de um animal que por instinto come alimentos primários que encontra pela natureza é bem interessante. Ver nosso carismático ratinho se deslumbrar com o número infinito de possibilidades de combinações culinárias encanta a todos nós que arriscamos na cozinha.

O filme conta a história de uma mulher que tenta se adaptar como recém chegada em uma cidadezinha francesa. Com ajuda da filha, abre a loja de chocolates Maya, e aos poucos vai conquistando confiança e mudando o jeito de viver da população. Enquanto isso, ela se envolve com o personagem de Johnny Depp, um cigano local.

“Toast” é um filme baseado na biografia do chef de cozinha Nigel Slater e descreve sua infância e adolescência na década de 60. Nigel é filho único, criado em um lar onde a culinária não é um forte – a mãe definitivamente é um desastre na cozinha e, por isso, recorre à praticidade dos enlatados; o pai, por sua vez, não parece ligar muito para a alimentação. Nigel, por sua vez, sonha com as fotos dos livros de receitas, onde vê alimentos frescos e saborosos, preparados na hora. Tendo a mãe como aliada, ele começa a se aventurar na cozinha de casa e logo toma gosto pela gastronomia.

Um chef sofisticado sonha em deixar Nova York para cozinhar em Paris, mas uma emergência o força a assumir o restaurante de quinta categoria da família.

No filme, Júlia Roberts diz à amiga que costumava ter fome e sentir os sabores daquilo que comia. Mas, influenciada também pelos padrões impostos do “corpo perfeito”, passa a não sentir o prazer de uma refeição e ficar restrita às saladas. Na sua jornada em busca de si mesma, decide começar por Roma, a capital da Itália e um dos lugares onde se come melhor no mundo.
Lá, a comida perpassa seu caminho desde os primeiros momentos no lugar. A luta para conseguir tomar café num estabelecimento abarrotado, o almoço com amigos, com quem compartilha também os conhecimentos da língua, e um jantar de Ação de Graças bastante inusitado. Massas, doces, carnes, tudo do bom e do melhor. E depois, a busca por um jeans um pouco maior, sem a costumeira culpa. Cenas de dar água na boca, como a da pizzaria em Nápoles, enchem os nossos olhos e dão fome.
A personagem não poderia começar melhor sua longa jornada. Abastecida não só de nutrientes, mas também de muito carinho, ela pode alicerçar melhor sua busca, que dali em diante não seria tão agradável. Ainda assim, o prazer de comer se faz presente ao longo do filme, seja na culinária típica indiana (Elizabeth chega a ganhar o apelido de Comida, por suas refeições mais generosas) ou nos chás que proporcionam a cura do corpo e do espírito em Bali.
No geral, o que podemos apreender de “Comer, Rezar, Amar” é que a alimentação é um dos caminhos para uma vida mais completa. A satisfação de comer bem, o encontro com o Deus dentro de si, dar a chance para que um novo amor possa chegar. Apoiada nesses três princípios, a personagem encontra valor nas coisas cotidianas e vai além do banal para reconstruir a própria vida.
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